Pompeo empurrou ações agressivas, incluindo um possível assassinato, contra Assange, do WikiLeaks, durante a presidência de Trump.

Mike Pompeo, durante seu mandato na administração Trump, desempenhou um papel fundamental na segmentação de Julian Assange do WikiLeaks. Pompeo classificou o WikiLeaks como um "serviço de inteligência não-estatal hostil", permitindo uma ação mais agressiva dos EUA. Ele buscou estratégias para extraditar ou mesmo assassinar Assange, que estava abrigado na Embaixada do Equador. Também foram consideradas as discussões sobre ações extrajudiciais contra Assange. Os esforços de Pompeo continuaram no segundo mandato de Trump, embora o ex-apresentador da Fox News Tucker Carlson tenha expressado preocupações sobre eles.

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