Estudo descobre que a sorte na vida precoce molda a desigualdade social em camundongos machos adultos, não a genética.

Um estudo da Universidade Cornell mostra que pequenas vantagens no início da vida, como encontrar abrigo, podem levar a desigualdades significativas em camundongos machos adultos, especialmente na proteção do território. Usando tags de radiofrequência, os pesquisadores rastrearam ratos geneticamente idênticos em um ambiente ao ar livre com recursos iguais. Os resultados sugerem que a sorte e a competição, em vez de mérito ou genética, desempenham um papel fundamental na formação da desigualdade social.

Há 3 meses
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