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Novo estudo liga baixo ferro no início da gravidez a 47% maior risco de defeitos cardíacos recém-nascidos.
Um novo estudo relaciona baixos níveis de ferro no início da gravidez a um risco maior de doença cardíaca congênita em recém-nascidos, potencialmente representando um em cada 20 casos no Reino Unido.
Pesquisadores da Universidade de Oxford descobriram que as mães que estavam anêmicas nos primeiros 100 dias de gravidez tinham uma chance 47% maior de ter um filho com defeitos cardíacos.
O estudo, publicado no BJOG, sugere que a suplementação de ferro antes e durante a gravidez pode ajudar a prevenir defeitos cardíacos.
A doença cardíaca congênita é o defeito de nascença mais comum no Reino Unido, afetando cerca de 13 bebês diariamente.
New study links low iron in early pregnancy to 47% higher risk of newborn heart defects.