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Um tribunal sul-africano decidiu que os homens podem tomar os sobrenomes de suas esposas, chamando a proibição de discriminatória e colonial.
A lei de 2024 da Namíbia, que permite que os cônjuges adotem os sobrenomes uns dos outros, provocou debate sobre papéis de gênero e tradição, com alguns líderes tradicionais se opondo a homens que tomam os nomes de suas esposas.
Enquanto os ativistas apoiam a mudança como um passo em direção à igualdade de gênero, a resistência cultural permanece forte.
Na África do Sul, uma decisão judicial histórica derrubou uma lei que proíbe os homens de tomar os sobrenomes de suas esposas, chamando-a de discriminatória e colonial, e afirmando o direito das mulheres de manter seus nomes.
A decisão, enraizada em tradições pré-coloniais onde as mulheres frequentemente mantinham seus nomes de nascimento, reflete uma mudança global mais ampla em direção à redefinição da identidade familiar e da igualdade de gênero, embora a aceitação varie entre as sociedades.
A South African court ruled that men can take their wives' surnames, calling the ban discriminatory and colonial.