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A nova lei anti-gay de Burkina Faso ameaça as pessoas LGBTQ com prisão e multas, alimentando o medo e forçando o sigilo.
Uma nova lei anti-gay em Burkina Faso, adotada pela junta militar e parte de um código de família proposto, aumentou os temores entre as pessoas LGBTQ de aumento da perseguição, apesar de ainda não ter efeito.
A lei criminaliza as relações entre pessoas do mesmo sexo e pode resultar em multas ou até cinco anos de prisão.
Já vivendo em segredo devido ao estigma e violência, os indivíduos LGBTQ temem ser expulsos nas mídias sociais, alvo de autoridades ou atacados.
Ativistas relatam declínio na participação em grupos de apoio, levando as organizações a mudar para serviços discretos e baseados em casa.
A lei reflete a mudança da junta para longe da influência ocidental e para países como a Rússia, espelhando leis semelhantes no Mali.
Algumas pessoas LGBTQ estão considerando sair, mas muitas permanecem, temendo por aqueles que não podem fugir.
A situação sublinha uma tendência mais ampla em toda a África, onde as relações entre pessoas do mesmo sexo são ilegais em cerca de 30 países.
Burkina Faso's new anti-gay law threatens LGBTQ people with jail and fines, fueling fear and forcing secrecy.