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As forças etíopes prenderam jornalistas desde agosto de 2025, o que provocou preocupação global com a liberdade de imprensa antes das eleições de 2026.
As forças de segurança etíopes prenderam vários jornalistas desde agosto de 2025, levantando preocupações sobre a liberdade de imprensa antes das eleições nacionais de 2026, de acordo com a Human Rights Watch.
Pelo menos seis trabalhadores da mídia, incluindo repórteres da Sheger FM, The Reporter e Somali Regional Television, foram detidos sem acusação ou acesso a aconselhamento jurídico.
Em 3 de setembro, três jornalistas da Sheger FM foram presos depois de exibir um relatório sobre os profissionais de saúde, apesar de remover o conteúdo conforme ordenado; um foi liberado, enquanto dois permanecem detidos em meio a um recurso pendente.
O editor sênior Yonas Amare foi sequestrado por homens armados mascarados em 13 de agosto, mantido por oito dias e liberado sem explicação --impressionando alegações de desaparecimento forçado.
Outros casos incluem detenções prolongadas de repórteres e anfitriões sem acusações formais.
As ações do governo, incluindo ataques a redações e apreensão de equipamentos, intensificaram-se desde o início de 2025, muitas vezes ligadas a reportagens críticas.
A Human Rights Watch pediu à Etiópia que acabe com o assédio, liberte jornalistas detidos e investigue detenções e desaparecimentos ilegais.
Ethiopian forces have arrested journalists since August 2025, sparking global concern over press freedom ahead of the 2026 elections.