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O presidente da Costa Rica evitou a remoção da imunidade depois de não conseguir obter os votos necessários, em meio a alegações de uso indevido de fundos que ele nega.
A Assembleia Legislativa da Costa Rica não conseguiu garantir os 38 votos necessários para retirar a imunidade do presidente Rodrigo Chaves, marcando a primeira vez que um presidente em exercício enfrenta tal voto.
Os promotores alegam que Chaves pressionou um produtor de vídeo a redirecionar fundos de um contrato do Banco Central Americano para Integração Econômica para um ex-conselheiro de campanha, uma alegação que ele nega, chamando-a de politicamente motivada.
A Suprema Corte e um painel especial haviam esclarecido o caso para debate, mas a oposição e os membros do próprio partido de Chaves bloquearam a supermaioria.
Com seu mandato encerrado em maio de 2026, e a candidata presidencial de seu partido, Laura Fernández, indicando que ela o nomearia para seu gabinete, Chaves permanece protegida de acusação por enquanto.
O resultado destaca profundas divisões políticas sobre responsabilidade e justiça na Costa Rica.
Costa Rica’s president avoided removal from immunity after failing to get required votes, amid allegations of fund misuse he denies.