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O Pentágono agora permite que a Guarda e os reservistas pulem os tiros da gripe, a menos que estejam em serviço ativo por mais de 30 dias, encerrando a cobertura prévia.
O Pentágono revisou sua política anual de vacina contra a gripe para militares, permitindo que reservistas e membros da Guarda Nacional pulem a vacina, a menos que estejam em serviço ativo por pelo menos 30 dias.
A mudança, delineada em um memorando de 29 de maio pelo vice-secretário de Defesa Steve Feinberg, encerra a cobertura militar para vacinas contra a gripe obtidas fora do serviço ativo e limita a exigência para casos em que a vacinação suporta a prontidão.
Enquanto as tropas ativas ainda enfrentam o mandato anual, a mudança de política, não anunciada publicamente, levantou questões devido a mensagens conflitantes, incluindo o secretário de Defesa Pete Hegseth, amplificando um post nas mídias sociais alegando que os membros da Guarda Nacional não serão forçados a receber a foto.
A mudança se alinha com mudanças mais amplas na política federal de saúde sob a administração Trump, incluindo a remoção de uma recomendação-chave da vacina COVID-19 e os esforços para oferecer pagamento de volta aos ex-membros do serviço dispensados por recusa da vacina – embora apenas um pequeno número tenha retornado.
The Pentagon now lets Guard and reservists skip flu shots unless on active duty 30+ days, ending prior coverage.