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Um homem de Kentucky quase declarado morto em 2019 sobreviveu depois que um médico interrompeu a remoção de órgãos, apesar do consentimento da família, provocando preocupação nacional sobre os protocolos de doação de órgãos.
Em 2019, Larry Black Jr., de 22 anos, quase foi declarado morto e teve seus órgãos programados para remoção depois de ser baleado na cabeça, mas um neurocirurgião interveio, argumentando que ele não estava morto no cérebro e ainda mostrava sinais de vida.
Apesar do consentimento da família, o médico interrompeu o procedimento, e Black, agora com 28 anos, recuperou-se significativamente, andando, conversando e criando três filhos enquanto trabalhava como músico.
Ele se lembra de ouvir seu nome e tentar responder.
Seu caso levantou preocupações sobre protocolos de doação de órgãos, incluindo relatos de pacientes que mostram atividade neurológica antes da recuperação do órgão.
Uma investigação federal sobre uma organização sem fins lucrativos no Kentucky descobriu que 73 pacientes estavam programados para doação, apesar dos sinais de vida, alimentando pedidos de salvaguardas mais fortes.
Enquanto transplantes de órgãos economizam milhares de pessoas por ano – mais de 48.000 em 2024 – este incidente destaca a necessidade de padrões médicos e éticos rigorosos para garantir que a morte seja determinada com precisão antes da doação.
A man shot in the head in 2019 was nearly declared dead for organ donation but survived after a doctor disputed the diagnosis.