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O FSIN contesta a auditoria da KPMG acusando US$ 34 milhões em gastos impróprios, citando total conformidade e viés político.
A Federação das Nações Indígenas Soberanas (FSIN) contesta uma auditoria da KPMG que encontrou mais de US $ 34 milhões em gastos questionáveis, não suportados ou inelegíveis de 2019 a 2024, incluindo US $ 23 milhões em fundos COVID-19.
A FSIN diz que forneceu recibos para todas as despesas, completou respostas a mais de 700 solicitações de auditoria em apenas 10 dias e mantém que todos os gastos foram compatíveis.
A auditoria usou linguagem vaga, não teve acesso total ao relatório e foi influenciada por motivos políticos ligados à eleição de 2024.
O grupo afirma que seguiu protocolos, corrigiu pequenos erros e foi obrigado a gerenciar fundos, apesar da oposição, pedindo um auditor geral das Primeiras Nações.
FSIN disputes KPMG audit accusing $34M in improper spending, citing full compliance and political bias.