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Grupos globais de saúde condenam a MGF medicalizada como insegura e antiética, pedindo proibições e treinamento para proteger os direitos.
O UNFPA e a OMS, junto com grupos globais de saúde, condenaram a medicalização da mutilação genital feminina (MGF), afirmando que nunca é segura e viola os direitos humanos e a ética médica.
Com mais de 230 milhões de mulheres e meninas afetadas em todo o mundo – 80 milhões na Ásia – e cerca de um em cada quatro procedimentos realizados por profissionais de saúde, a prática sugere falsamente segurança quando não existe.
As organizações pedem aos profissionais de saúde que recusem todo o envolvimento na MGF, exigindo códigos rigorosos de conduta, treinamento, leis mais fortes e monitoramento para acabar com a prática e proteger a autonomia corporal.
Global health groups condemn medicalized FGM as unsafe and unethical, urging bans and training to protect rights.