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O sistema judicial da Nova Zelândia está se reformando para melhor servir os jovens neurodiversos através da linguagem simples, apoio e triagem, com o objetivo de evitar condenações injustas e reduzir as reincidências.
O sistema de justiça da Nova Zelândia muitas vezes falha em indivíduos neurodiversos, particularmente jovens com autismo, TDAH ou lesões cerebrais, devido à sua dependência de padrões de comunicação e tomada de decisão neurotípicos, relatam os pesquisadores Mark Henaghan e Jean Choi.
A condenação injusta de Teina Pora, que cumpriu 21 anos por um crime que não cometeu, ressalta como a falta de compreensão da neurodeficiência pode levar a graves injustiças.
Para resolver isso, o programa piloto da Lista de Jovens Adultos do Tribunal Distrital – que atende crianças de 18 a 24 anos – usa linguagem simples, configurações de tribunais modificadas, suporte multidisciplinar e envolvimento familiar para melhorar os resultados.
A triagem antecipada para desafios de funcionamento executivo está sendo introduzida, e o programa mostra promessa em reduzir a reincidência e a armadilha do sistema, embora o aumento da carga de casos ameace sua escalabilidade.
Especialistas pedem uma adoção mais ampla de práticas neuro-inclusivas para garantir um tratamento justo.
New Zealand's court system is reforming to better serve neurodiverse youth through plain language, support, and screening, aiming to prevent wrongful convictions and reduce reoffending.