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A Nova Zelândia propõe excluir alguns organismos geneticamente editados de sua Lei de Tecnologia de Genes para impulsionar a inovação médica e alinhar-se com os padrões globais.
O Comitê de Seleção de Saúde da Nova Zelândia recomenda excluir certos organismos e tecnologias geneticamente editados do escopo da Lei de Tecnologia de Genes para se alinhar com os padrões internacionais e apoiar a inovação, particularmente em terapias médicas como tratamentos com células T CAR.
Especialistas dão boas-vindas a aprovações simplificadas para tratamentos seguros e centrados no paciente, mas expressam preocupação de que excluir a edição simples de genes e limitar isenções a apenas organismos indistinguíveis pode dificultar o progresso.
O projeto de lei expande as relações kaitiaki para incluir espécies não-taonga significativas para os maori, embora alguns se preocupem com a redução da entrada maori.
Os cientistas enfatizam a necessidade de regulamentos secundários transparentes, definições de nível de risco e consulta pública para garantir uma supervisão efetiva e equitativa.
Preocupações econômicas, incluindo impactos na silvicultura, foram notadas, mas não abordadas.
New Zealand proposes excluding some gene-edited organisms from its Gene Technology Bill to boost medical innovation and align with global standards.