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Uma empresa francesa de urânio enfrenta julgamento por sequestro de reféns em 2010 no Níger, acusada de ignorar avisos de segurança, apesar de um acordo de proteção militar.
Uma empresa francesa de urânio, agora Orano, será julgada pelo sequestro de sete funcionários no norte do Níger, acusado de negligência por não agir em repetidas advertências de segurança de ameaças jihadistas, apesar de um acordo formal com o Níger para proteção militar.
Os reféns, incluindo cinco cidadãos franceses, um togolês e um trabalhador malgaxe, foram apreendidos por militantes armados e mantidos por até três anos.
Os promotores alegam que a empresa ignorou alertas, não tinha medidas básicas de segurança e atrasou a resposta de emergência, embora o promotor antiterrorista se oponha ao julgamento.
O caso ressalta o crescente escrutínio da responsabilidade corporativa em regiões de alto risco.
A French uranium firm faces trial over 2010 hostage-taking in Niger, accused of ignoring security warnings despite a military protection deal.