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O líder da oposição de Karnataka ataca a pesquisa estatal como ilegal, falho e coercitivo, citando o uso indevido de fundos e motivos políticos.
O líder da oposição de Karnataka, R. Ashoka, criticou a pesquisa socioeconômica do estado, chamando-a de falha, mal executada e potencialmente ilegal, citando coleta de dados incompleta e supostas ameaças a não participantes.
Ele questionou a autoridade do estado para conduzir a pesquisa, argumentando que apenas o governo central pode fazê-lo, e acusou funcionários de táticas coercitivas, incluindo o alvo figuras proeminentes como a presidente da Infosys, Sudha Murthy.
Ashoka desafiou a linha do tempo de 15 dias como politicamente motivada e destacou um gasto de Rs 450 crore, após um desembolso anterior de Rs 650 crore, ao mesmo tempo em que criticava os conflitos internos do governo e a falta de transparência.
O estudo, lançado em 22 de setembro e estendido até 24 de outubro em Bengaluru, visa avaliar a situação social e econômica de cerca de sete milhões de pessoas.
Karnataka’s opposition leader attacks state survey as illegal, flawed, and coercive, citing misuse of funds and political motives.