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O líder do Zimbábue busca a unidade da SADC para acabar com as sanções ocidentais, chamando-as de injustas e neocoloniais.
O presidente do Zimbábue, Emmerson Mnangagwa, disse que os esforços coordenados da SADC ajudarão a acabar com as sanções dos EUA e do Ocidente, pedindo unidade e resiliência antes do Dia de Solidariedade Anti-Sanções da SADC de 25 de outubro.
Ele e os líderes da Zanu-PF descrevem as sanções como injustas, prejudiciais para os cidadãos comuns e enraizadas nas reformas agrárias do Zimbábue.
Grupos da sociedade civil prometeram campanhas de conscientização, enquanto os EUA recentemente impuseram proibições de visto a funcionários do Zimbábue por preocupações eleitorais, provocando acusações de interferência neocolonial.
O Zimbábue vê o movimento como parte de um padrão mais amplo de pressão ocidental, aprofundando os laços com a China, Rússia e BRICS.
O país sustenta que a soberania e o progresso democrático devem ser conduzidos por casa, não impostos externamente.
Zimbabwe's leader seeks SADC unity to end Western sanctions, calling them unjust and neocolonial.