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Um tribunal japonês condenou Koji Daimon a oito anos de prisão por estuprar sua filha, Riho Fukuyama, durante seus anos de ensino médio em 2016.
Um tribunal japonês condenou Koji Daimon a oito anos de prisão por estuprar sua filha Riho Fukuyama durante seus anos de ensino médio em 2016, um raro caso público de violência sexual familiar no Japão.
Fukuyama, que revelou sua identidade em março de 2024, disse que o abuso começou no ensino médio e causou trauma duradouro, incluindo flashbacks e pesadelos.
Embora Daimon tenha admitido o ato, ele alegou que ela poderia ter resistido, uma defesa rejeitada pelo tribunal.
O juiz Toshiaki Umezawa enfatizou o grave e contínuo dano à vítima.
Fukuyama descreveu o julgamento como emocionalmente devastador, mas expressou alívio no veredicto e pediu que outros sobreviventes se manifestassem, afirmando que não estão sozinhos.
Seu caso faz parte de um pequeno número de divulgações de alto perfil no Japão, onde as vítimas muitas vezes permanecem anônimas devido ao estigma e barreiras sistêmicas.
A Japanese court sentenced Koji Daimon to eight years in prison for raping his daughter, Riho Fukuyama, during her high school years in 2016.