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A Universidade Sheffield Hallam fez uma pausa na pesquisa de trabalho da professora Laura Murphy na China em 2025 por preocupações com seguros, depois pedindo desculpas e negando a pressão estrangeira.
Em fevereiro de 2025, a Sheffield Hallam University interrompeu a pesquisa da professora Laura Murphy sobre trabalho forçado nas cadeias de suprimentos chinesas, citando preocupações legais e de seguro após a pressão das autoridades chinesas e um processo de difamação.
A universidade mais tarde levantou restrições e pediu desculpas, afirmando que sua decisão foi baseada em questões de seguro de indenização profissional, não influência estrangeira.
Murphy, que já havia publicado relatórios sobre trabalho forçado em indústrias como painéis solares e algodão, acusou a universidade de negociar liberdade acadêmica para acesso a estudantes chineses, uma alegação que a instituição nega.
A pesquisa, financiada por agências do Reino Unido e dos EUA, foi citada pelos governos ocidentais e pela ONU.
A China rejeitou as descobertas como falsas e politicamente motivadas.
Documentos internos mostram que a universidade estava ciente das críticas chinesas desde 2022 e preocupada com a queda na matrícula de estudantes.
Sheffield Hallam University paused Professor Laura Murphy’s China labor research in 2025 over insurance concerns, later apologizing and denying foreign pressure.