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As nações do Sudeste Asiático estão avançando os impostos sobre o carbono para atingir as metas climáticas, com a Malásia, Tailândia e Cingapura implementando ou expandindo-os, enquanto outros avaliam a mudança em meio a desafios de apoio e subsídio públicos.
Países do Sudeste Asiático, incluindo Malásia, Tailândia e Cingapura, estão avançando os impostos sobre carbono para atingir as metas climáticas antes da COP30, com a Malásia e a Tailândia definidas para implementar impostos sobre indústrias de altas emissões, enquanto Cingapura continua seu imposto sobre carbono de 2019 com aumentos graduais de taxas e descontos domésticos.
A Indonésia aprovou uma lei de imposto sobre carbono em 2021, mas não a aplicou, e as Filipinas e o Vietnã ainda estão avaliando a medida.
Analistas alertam que os subsídios existentes aos combustíveis fósseis podem enfraquecer a eficácia dos preços do carbono, enquanto o apoio público permanece forte em toda a região, com mais de 70% favorecendo os impostos sobre o carbono, apesar da disposição de aceitar aumentos de custos.
Especialistas dizem que políticas adaptadas e equitativas são fundamentais para alcançar emissões líquidas zero até 2050.
Southeast Asian nations are advancing carbon taxes to meet climate goals, with Malaysia, Thailand, and Singapore implementing or expanding them, while others assess the move amid public support and subsidy challenges.