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Um estudo de Yale encontrou ópio em um vaso de 2.500 anos de idade ligado a Xerxes I, mostrando que os antigos egípcios o usavam amplamente para rituais ou vida diária.
Um estudo liderado por Yale encontrou traços definitivos de ópio em um vaso de alabastro de 2.500 anos de idade ligado ao imperador persa Xerxes I, sugerindo que o ópio era usado regularmente no antigo Egito, possivelmente em contextos diários ou rituais.
A descoberta, baseada em análises químicas que revelam morfina e outros alcaloides opiáceos, apoia evidências anteriores de túmulos da era do Novo Reino e indica uso generalizado a longo prazo em todas as classes sociais.
Os pesquisadores acreditam que tais embarcações, incluindo aquelas no túmulo de Tutancâmon, podem ter tido substâncias valiosas destinadas à vida após a morte, destacando o significado cultural e medicinal do ópio nas sociedades antigas.
A Yale study found opium in a 2,500-year-old vase linked to Xerxes I, showing ancient Egyptians used it widely for ritual or daily life.