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A diretora do programa NIH, Jenna Norton, foi colocada em licença remunerada depois de criticar as políticas do governo Trump, citando retaliação por falar.
Jenna Norton, diretora do programa do Instituto Nacional de Saúde, foi colocada em licença remunerada após a paralisação do governo de 43 dias, uma medida que ela acredita ser uma retaliação por suas críticas públicas à suposta politização da pesquisa, cortes de financiamento e ameaças aos participantes do estudo.
Ela se manifestou desde junho, ajudou a organizar um protesto de cientistas do NIH e enfatizou seu direito de falar sobre preocupações públicas sob uma decisão da Suprema Corte de 1968.
O Departamento de Saúde e Serviços Humanos a rotulou de “esquerdista radical”, um termo que ela adotou.
Seu caso faz parte de um padrão mais amplo, já que outro funcionário federal, um trabalhador do Departamento de Agricultura do SNAP, também enfrentou uma ação disciplinar depois de criticar os cortes propostos.
O USDA se recusou a comentar casos individuais, afirmando que os funcionários não podem desempenhar funções oficiais.
Norton disse que falar é essencial para a responsabilidade democrática, apesar do risco para o seu trabalho.
NIH program director Jenna Norton was placed on paid leave after criticizing Trump administration policies, citing retaliation for speaking out.