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As autoridades francesas lançaram uma ação legal depois que um comício elogiando o colaborador da Segunda Guerra Mundial, Petain, provocou indignação com o revisionismo histórico.
As autoridades francesas anunciaram uma ação legal após comentários elogiando Philippe Petain, um herói da Primeira Guerra Mundial mais tarde condenado por traição por liderar o regime colaboracionista nazista de Vichy, na França, foram feitos após uma missa em Verdun.
O evento, organizado pela Associação para Defender a Memória do Marechal Petain, atraiu cerca de 20 participantes e 100 manifestantes.
O presidente da ADMP, Jacques Boncompain, chamou Petain de “o primeiro resistente da França” e alegou que sua condenação em 1945 foi injusta, levando à condenação do ministro do Interior Laurent Nunez e do CRIF, que chamaram a ofensiva de tributo à memória de 76 mil judeus deportados sob seu governo.
O prefeito de Meuse rotulou os comentários como “claramente revisionistas”, um crime na França punível com até um ano de prisão e uma multa de 45 mil euros.
A cerimônia ocorreu logo após o Dia do Armistício, aumentando as tensões sobre como a França se lembra de seu passado de guerra, e foi permitida apesar da tentativa de um prefeito local de bani-lo.
French authorities launched legal action after a rally praising WWII collaborator Petain sparked outrage over historical revisionism.