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O governo do Quênia, sob o presidente Ruto, lucra com empregos arriscados no exterior para os trabalhadores, enquanto enfraquece proteções, especialmente para empregadas domésticas na Arábia Saudita.
Uma investigação do New York Times revela que o governo do Quênia, sob o presidente William Ruto, priorizou os lucros sobre a segurança dos trabalhadores em seu programa de emprego no exterior, particularmente para trabalhadores domésticos enviados para a Arábia Saudita.
Apesar do abuso generalizado – incluindo roubo de salários, violência e mortes – a administração de Ruto enfraqueceu proteções, expandiu o recrutamento e permitiu que elites políticas, incluindo a família de Ruto e funcionários como o secretário do Gabinete do Trabalho Alfred Mutua, lucram com as empresas de pessoal.
As agências governamentais de casas de edifícios que distribuem empregos como favores políticos e conflitos de interesse persistem, com o advogado-geral, que lida com uma grande ação judicial por empregadas abusadas, também possuindo uma empresa de pessoal.
As remessas de trabalhadores estrangeiros agora excedem as exportações tradicionais, como chá e café, mas os críticos dizem que o sistema explora os quenianos vulneráveis enquanto enriquece os poderosos.
Kenya’s government, under President Ruto, profits from risky overseas jobs for workers while weakening protections, especially for maids in Saudi Arabia.