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A dor crônica da endometriose de uma mulher australiana de 23 anos persiste devido a atrasos nos cuidados de saúde, refletindo a demissão médica generalizada da dor das mulheres.
Ally Jose, 23 anos, de Ballarat, Austrália, sofre de dor crônica severa por endometriose, diagnosticada em 2019 após anos sendo descartada como tendo “períodos ruins”. Apesar de duas cirurgias e tratamentos em andamento, sua dor persiste e seu próximo procedimento permanece atrasado como não urgente no sistema de saúde pública.
Sua experiência reflete as descobertas do relatório Bridging the Gender Pain Gap de Victoria, que encontrou 71% das mulheres que enfrentaram demissão médica, com 54% em dor diária e 31% em dor constante devido a condições menstruais e hormonais.
O relatório, baseado em mais de 13.000 submissões, destaca o viés sistêmico no tratamento da dor das mulheres e pede reformas generalizadas, especialmente nas áreas rurais.
A 23-year-old Australian woman’s chronic endometriosis pain persists due to healthcare delays, reflecting widespread medical dismissal of women’s pain.