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O Reino Unido atrasa a proteção de despedimento de trabalhadores para seis meses, provocando reação apesar do pagamento de doença e das promessas de licença de paternidade.
O governo do Reino Unido reverteu sua promessa de 2024 de conceder proteção aos trabalhadores contra demissão injusta desde o primeiro dia, substituindo-a por um período de qualificação de seis meses para ajudar a aprovar a Lei dos Direitos do Emprego.
A mudança, bem-vinda por grupos empresariais para reduzir os riscos de contratação, atrai críticas de sindicatos e alguns deputados trabalhistas que a chamam de traição aos compromissos dos trabalhadores.
Enquanto os direitos de um dia para o salário e licença de paternidade ainda entrarão em vigor em abril de 2026, o atraso na proteção contra demissão provocou reação, com líderes da oposição rotulando-o de “uma reviravolta humilhante”. O projeto de lei revisado visa equilibrar as proteções dos trabalhadores com a clareza do empregador, embora as preocupações permaneçam sobre outras disposições.
UK delays worker dismissal protection to six months, sparking backlash despite day-one sick pay and paternity leave promises.