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A revisão australiana encontra nomeações políticas generalizadas para conselhos públicos, provocando críticas sobre a falta de reforma.
Uma revisão de 2025 da ex-comissária de serviço público Lynelle Briggs descobriu que os ministros australianos frequentemente nomeiam aliados políticos para conselhos públicos, alimentando percepções de nepotismo e patrocínio, apesar de apenas 6% a 7% das nomeações serem abertamente políticas.
O relatório, adiado dois anos, criticou os dois principais partidos por permitir consultas ministeriais diretas – metade de todas as seleções de conselhos – sem processos formais, minando a confiança do público.
Briggs recomendou nomeações independentes, baseadas no mérito, proibindo ex-políticos de conselhos por seis meses e restringindo nomeações perto de eleições.
O governo rejeitou as recomendações, em vez disso, liberando uma estrutura não vinculativa que mantém o critério ministerial.
Os críticos chamaram a resposta inadequada, alertando que a cultura de "empregos para companheiros" persiste sem salvaguardas legais.
Australian review finds widespread political appointments to public boards, sparking criticism over lack of reform.