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O Estado da África do Sul pressiona para retomar o julgamento de corrupção de Zuma sobre o acordo de armas de 1999, citando anos de atrasos.
O ex-presidente sul-africano Jacob Zuma e a empresa francesa Thales enfrentam renovadas batalhas legais sobre um caso de corrupção de acordo com armas em 1999, com o Estado pressionando para acabar com quase duas décadas de atrasos através de um aplicativo "Stop Stalingrad".
Zuma, que nega 18 acusações, incluindo corrupção e lavagem de dinheiro, afirma que o caso é politicamente motivado e tem repetidamente procurado adiar os procedimentos, citando mortes de testemunhas e suposto viés de acusação.
O estado argumenta que os apelos repetidos e as manobras legais minaram a justiça, enquanto a equipe jurídica de Zuma mantém os direitos dos réus de apelar.
Uma decisão judicial sobre se o julgamento pode prosseguir está pendente, com o caso permanecendo um ponto focal na luta da África do Sul contra a corrupção.
South Africa’s state pushes to resume Zuma’s corruption trial over 1999 arms deal, citing years of delays.