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Após o ataque do Hamas em 7 de outubro, teorias conspiratórias antissemitas falsamente culpando Israel se espalharam rapidamente online, alimentadas por desinformação e deepfakes, superando os fatos de 50 para um.
Desde o ataque do Hamas em 7 de outubro, uma onda de teorias conspiratórias antissemitas se espalhou globalmente, alegando falsamente que Israel orquestrou o ataque ou minimizou sua violência.
Essas campanhas de desinformação, amplificadas por deepfakes e esforços online coordenados, ganharam tração rápida, particularmente entre o público mais jovem, superando o conteúdo factual por uma margem de 50 para um.
David Harris, ex-CEO da AJC e vice-presidente executivo da ISGAP, adverte que tais narrativas – muitas vezes disfarçadas de críticas políticas – exploram tensões geopolíticas para alimentar os antigos tropos antissemitas, minando a verdade e visando comunidades judaicas.
Seu novo livro reflete sobre cinco décadas de documentação da persistência do antissemitismo, enfatizando a necessidade urgente de vigilância, educação precisa e distinções claras entre crítica legítima e conspiração movida pelo ódio.
After the Oct. 7 Hamas attack, antisemitic conspiracy theories falsely blaming Israel spread rapidly online, fueled by disinformation and deepfakes, outpacing facts 50-to-one.