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Protestos se espalharam pelo Irã por causa da crise econômica e das demandas políticas, levando a respostas do governo, incluindo fechamentos de bancos e um novo chefe do banco central.
Os protestos do Irã, que começaram com lojistas em Teerã devido a dificuldades econômicas e cresceram à medida que os estudantes se juntaram a manifestações em todo o país pedindo mudanças políticas, se espalharam por várias cidades.
Os bens básicos tornaram-se inacessíveis à medida que o rial caiu para cerca de 1,42 milhão por dólar, contribuindo para uma taxa de inflação anual de 52%.
Manifestantes gritavam slogans anti-regime quando manifestações eclodiram em dez universidades e em cidades como Isfahan, Yazd e Zanjan.
Para economizar energia durante o frio amargo, o presidente Masoud Pezeshkian anunciou fechamentos temporários de bancos e escolas, pediu comunicação e substituiu o governador do banco central.
Algumas lojas fechadas em solidariedade, e pessoal de segurança foram chamados.
Embora não tão grande quanto os protestos em 2022, a agitação é um reflexo da crescente insatisfação pública com as sanções ocidentais e renovadas da ONU relacionadas ao programa nuclear do Irã.
Protests spread across Iran over economic crisis and political demands, prompting government responses including bank closures and a new central bank chief.