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Um estudo de Tsinghua usa varreduras cerebrais para permitir que carros autônomos se adaptem em tempo real, aumentando a segurança e o conforto.
Um estudo da Universidade Tsinghua mostra que monitorar a atividade cerebral dos passageiros usando fNIRS pode ajudar os carros autônomos a ajustar o comportamento de condução em tempo real.
Quando os passageiros mostram estresse ou consciência de risco, o carro muda para um modo mais seguro através de um profundo aprendizado de reforço, melhorando a segurança e o conforto.
O sistema foi testado em cenários simples com um pequeno grupo, portanto, os resultados podem não se aplicar a todas as condições.
Os pesquisadores planejam expandir os testes para ambientes complexos e combinar dados cerebrais com sensores de veículos.
Os resultados foram publicados em Cyborg e Bionic Systems, sugerindo potencial para veículos autônomos mais intuitivos e conscientes da emoção no futuro.
A Tsinghua study uses brain scans to let self-driving cars adapt in real time, boosting safety and comfort.