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Pamela Smart procura derrubar sua condenação por assassinato em 1990, citando evidências falhas e erros do júri.
Pamela Smart, cumprindo pena de prisão perpétua sem liberdade condicional pelo seu papel no assassinato do marido em 1990, está a tentar anular a sua condenação através de uma petição de habeas corpus em Nova Iorque e New Hampshire.
Sua equipe jurídica argumenta que transcrições imprecisas de conversas secretamente gravadas enganaram os jurados, instruções de júri erradas enfatizaram a premeditação sem limites de evidência e sua sentença de prisão perpétua obrigatória não foi exigida pela lei de New Hampshire para cúmplices.
Eles também citam cobertura da mídia prejudicial e um estudo científico sobre "viés de expectativa" afetando como os jurados interpretaram o áudio.
Smart, então com 22 anos, foi condenado após um caso com William Flynn, de 15 anos, o atirador, que e três outros receberam sentenças reduzidas e foram liberados.
Em 2024, Smart reconheceu seu papel no crime pela primeira vez.
O procurador-geral de New Hampshire afirma que seu julgamento foi justo, e as autoridades de Nova York não comentaram.
A petição permanece pendente.
Pamela Smart seeks to overturn her 1990 murder conviction, citing flawed evidence and jury errors.