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Os legisladores de PH desafiam os fundos orçamentários não programados P150.9B como inconstitucionais, buscando deter os desembolsos.
Leila De Lima e Edgar Erice apresentaram uma petição à Suprema Corte em 8 de janeiro de 2026, desafiando a constitucionalidade de P150,9 bilhões em dotações não programadas (UA) no orçamento de 2026, argumentando que violam a Constituição ao permitir gastos executivos sem fontes de financiamento garantidas ou escrutínio legislativo.
Eles buscam uma ordem de restrição temporária para deter desembolsos, alegando que os UAs minam a responsabilidade fiscal e a separação de poderes.
O Departamento de Orçamento e Gestão defende os fundos como legais, citando decisões anteriores da Suprema Corte e condições estritas de liberação ligadas a receitas excedentes.
A petição destaca preocupações sobre transparência, disciplina fiscal e o potencial de uso indevido, com o Tribunal agora pronto para decidir sobre a legalidade da prática.
PH lawmakers challenge P150.9B unprogrammed budget funds as unconstitutional, seeking to halt disbursements.