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Um tribunal argentino decide que os crimes da guarda nacional da Venezuela devem ser processados, ordenando a extradição de altos funcionários.
Um tribunal federal argentino decidiu que as investigações sobre supostos crimes contra a humanidade pela guarda nacional da Venezuela devem continuar, rejeitando o apelo de um ex-oficial e afirmando a jurisdição da Argentina sob jurisdição universal.
O caso, iniciado em 2023, acusa 14 oficiais de tortura, detenção arbitrária e assassinatos durante protestos antigovernamentais iniciados em 2014 sob Nicolás Maduro.
As vítimas e defensores dos direitos humanos veem o processo como um dos poucos caminhos viáveis para a responsabilização em meio à impunidade generalizada na Venezuela e aos atrasos no Tribunal Penal Internacional.
O tribunal também ordenou pedidos de extradição para Maduro, o ministro do Interior Diosdado Cabello e outros altos funcionários.
Embora a captura de Maduro tenha trazido alívio temporário, a repressão persistiu em Caracas, com grupos paramilitares pró-governo intensificando a vigilância.
A experiência da Argentina em processar seus próprios abusos da era da ditadura militar informa seu crescente papel na justiça global, embora as prioridades internacionais, incluindo a ênfase dos EUA na cooperação no narcotráfico, tenham temperado as expectativas de reformas democráticas mais amplas.
An Argentine court rules Venezuela’s national guard crimes must be prosecuted, ordering extradition of top officials.