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Em janeiro de 2026, o vice-presidente JD Vance atraiu críticas por defender visões antissemitas no conservadorismo, provocando condenação de líderes e legisladores judeus.
O vice-presidente JD Vance enfrentou críticas em janeiro de 2026 por minimizar o antissemitismo dentro do movimento conservador, afirmando que o movimento não deve excluir aqueles com visões antissemitas.
Seus comentários, feitos durante uma entrevista com Scott Jennings, atraíram críticas de conservadores judeus e líderes religiosos como Laurie Cardoza-Moore, que acusou Vance de permitir o ódio, associando-se a figuras como Tucker Carlson, Candace Owens e Nick Fuentes.
Carlson promoveu teorias conspiratórias antissemitas, incluindo alegações de que Israel orquestrou o 11 de setembro, e apresentou figuras como Ian Carroll, um revisionista do Holocausto, sem condenação de Vance ou Trump.
Os críticos, incluindo Daniel Flesch, da Heritage Foundation, chamaram a resposta de Vance de inadequada, enquanto os legisladores israelenses repreenderam publicamente Carlson e Owens, destacando as crescentes tensões sobre o antissemitismo na mídia e na política conservadoras.
In January 2026, VP JD Vance drew backlash for defending antisemitic views in conservatism, sparking condemnation from Jewish leaders and lawmakers.