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A maioria dos profissionais de saúde ainda compartilha manualmente dados de pacientes devido a altos custos, má integração tecnológica e integração lenta de fornecedores, apesar da crescente demanda por melhor conectividade.
Uma nova pesquisa Black Book com 290 partes interessadas em saúde descobre que, apesar do progresso nos padrões e redes de interoperabilidade, o intercâmbio de dados entre saúde comportamental, cuidados pós-agudos, saúde pública e organizações comunitárias permanece em grande parte manual.
Altos custos de integração, APIs incompletas e integração lenta de fornecedores são barreiras-chave, com apenas 18% relatando compartilhamento de dados estruturados de rotina e 71% dizendo que seus parceiros não têm recursos de dados computáveis.
Os CBOs que atendem às necessidades sociais são igualmente desconectados e, enquanto 82% priorizam melhor conectividade e 78% relatam maior compromisso com o compartilhamento de dados, a adoção do mundo real permanece baixa, especialmente no ponto de atendimento.
Most healthcare providers still manually share patient data due to high costs, poor tech integration, and slow vendor onboarding, despite growing demand for better connectivity.