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Um líder dissidente das FARC da Colômbia pede unidade entre grupos rebeldes de esquerda contra a intervenção percebida dos EUA, antes de uma cúpula Colômbia-EUA de alto risco.
Um líder de um grande grupo dissidente das FARC colombianas, conhecido como “Ivan Mordisco”, pediu unidade entre várias facções rebeldes de esquerda, incluindo o ELN e a Segunda Marquetalia, em resposta ao intervencionismo percebido dos EUA após uma incursão dos EUA na Venezuela que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro.
O apelo, confirmado autêntico, insta a resistência compartilhada contra a influência estrangeira e não inclui o Estado-Maior Geral Central, um grupo rival das FARC.
Os grupos combinados, com mais de 11.000 pessoas, estão envolvidos principalmente no tráfico de drogas e mineração ilegal de ouro.
A medida vem antes de uma reunião planejada em fevereiro entre o presidente colombiano Gustavo Petro e o presidente dos EUA, Donald Trump, em meio às ameaças de Trump contra a Colômbia e às acusações de tráfico de drogas, que o governo colombiano nega.
Funcionários da defesa colombiana sugerem que o impulso de unidade pode ser uma tática para evitar alvos militares.
A top Colombian FARC dissident leader urges unity among leftist rebel groups against perceived U.S. intervention, ahead of a high-stakes Colombia-U.S. summit.