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O conselheiro especial Jack Smith afirma que o discurso de Trump em 6 de janeiro não foi protegido pela Primeira Emenda, provocando debate sobre liberdade de expressão e responsabilidade.
O conselheiro especial Jack Smith disse ao Congresso que o discurso do ex-presidente Donald Trump em 6 de janeiro não foi protegido pela Primeira Emenda porque visava uma função legal do governo com o conhecimento de falsidades, uma alegação que contradiz o precedente da Suprema Corte como Brandenburg v. Ohio, que protege o discurso a menos que incite a ação iminente sem lei.
O Washington Post agora reconhece que o discurso de Trump foi constitucionalmente protegido, criticando a abordagem de Smith como uma ameaça à liberdade de expressão.
Críticos argumentam que processar o discurso político, mesmo que falso, corre o risco de permitir futuros abusos por procuradores e prejudica as normas democráticas, com preocupações também levantadas sobre a ordem de mordaça de Smith sobre Trump.
O episódio destaca a tensão entre responsabilizar os líderes e preservar proteções constitucionais para o discurso político.
Special Counsel Jack Smith claims Trump’s Jan. 6 speech wasn’t protected by the First Amendment, sparking debate over free speech and accountability.