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Um ex-professor russo é acusado pela BBC de recrutar homens estrangeiros para a guerra na Ucrânia, prometendo empregos e cidadania, mas enviando-os para as linhas de frente com pouco treinamento.
Uma investigação da BBC revela que Polina Azarnykh, uma ex-professora russa de 40 anos, usou um canal Telegram para recrutar homens estrangeiros – principalmente da Síria, Egito e Iêmen – para os militares da Rússia para a guerra na Ucrânia, prometendo empregos, cidadania e papéis não-combatentes.
Os recrutas dizem que foram enganados, enviados para as linhas de frente com pouco treinamento e pressionados a pagar US $ 3.000 para evitar combate, com alguns ameaçados ou chantageados.
A BBC identificou cerca de 500 casos ligados a ela, e doze famílias dizem que seus parentes estão mortos ou desaparecidos.
A Rússia, que enfrenta mais de um milhão de vítimas desde 2022 e 25.000 mortos apenas em dezembro de 2025, expandiu o recrutamento e recrutou combatentes estrangeiros, com estimativas sugerindo que pelo menos 20.000 de países como Cuba, Nepal e Coréia do Norte se juntaram.
Azarnykh nega as alegações.
A former Russian teacher is accused by BBC of recruiting foreign men for Ukraine war, promising jobs and citizenship, but sending them to front lines with little training.