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A Suprema Corte dos EUA deixou um acordo de US$ 2,4 bilhões para resolver acusações de abuso sexual de escoteiros, bloqueando novos desafios legais.
A Suprema Corte dos EUA se recusou a rever o acordo de falência de US$ 2,4 bilhões que resolve alegações de abuso sexual contra os Escoteiros da América, permitindo que o acordo se mantenha.
A decisão, anunciada em 12 de janeiro de 2026, defende uma decisão do tribunal inferior que protege organizações não falidas, como igrejas e conselhos locais, de futuros processos judiciais, apesar das objeções de 75 sobreviventes que argumentaram que a imunidade era injusta.
O acordo, aprovado em 2022 depois que a organização entrou com pedido de falência em 2020 em meio a uma onda de alegações de abuso, criou um fundo fiduciário para compensar os sobreviventes e permitiu que o grupo se reorganizasse.
Tribunais inferiores e as ações anteriores da Suprema Corte preservaram o acordo, com apoiadores citando a necessidade de finalidade e estabilidade em resoluções de falência em larga escala.
O resultado garante que o acordo permaneça em vigor, sem mais nenhum desafio legal federal.
The U.S. Supreme Court let stand a $2.4 billion settlement resolving Boy Scouts sex abuse claims, blocking further legal challenges.