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A Dinamarca apoiou os EUA na interceptação de um petroleiro venezuelano sancionado no Atlântico, reafirmando que a Groenlândia não está à venda.
Em meio a crescentes tensões sobre o impulso renovado do governo Trump para adquirir a Groenlândia, um funcionário dinamarquês confirmou que a Dinamarca apoiou as forças dos EUA no Atlântico oriental na semana passada durante a interceptação de um petroleiro violando as sanções dos EUA.
A operação, que teve como alvo navios ligados à Venezuela, foi parte de uma caçada de semanas que começou no Caribe.
Tanto os líderes dinamarqueses quanto os groenlandeses reiteraram que a Groenlândia não está à venda e ainda faz parte do reino dinamarquês, embora as especificidades do envolvimento da Dinamarca não tenham sido tornadas públicas.
A Casa Branca não comentou o incidente, mas o vice-presidente dos EUA, JD Vance, e o secretário de Estado, Marco Rubio, estão programados para se reunir com autoridades dinamarquesas e groenlandesas em Washington.
Mark Rutte, secretário-geral da OTAN, enfatizou a segurança do Ártico, evitando tomar partido.
Trump reafirmou sua posição de que os Estados Unidos devem garantir a Groenlândia para frustrar a influência chinesa ou russa, afirmando que ele iria persegui-la "de uma maneira ou de outra".
Para fortalecer os laços com a Dinamarca, uma delegação bipartidária do Congresso dos EUA está visitando Copenhague.
Denmark backed U.S. in intercepting a sanctioned Venezuelan oil tanker in the Atlantic, reaffirming Greenland is not for sale.