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A junta de Burkina Faso afirma que parou um plano de assassinato contra o líder Ibrahim Traore, culpando o ex-líder exilado Paul-Henri Sandaogo Damiba e a Costa do Marfim, mas especialistas duvidam das alegações devido a um histórico de alegações não verificadas e evidências encenadas.
A junta militar de Burkina Faso alega que frustrou um plano de assassinato de 3 de janeiro de 2026 contra o líder Ibrahim Traore, culpando o ex-líder exilado Paul-Henri Sandaogo Damiba e acusando a Costa do Marfim de financiá-lo com 70 milhões de francos CFA.
A TV estatal transmitiu confissões de supostos conspiradores, mas especialistas e observadores permanecem céticos, citando um padrão de alegações de golpe infundadas, sem julgamentos e uso prévio de vídeos gerados pela IA para reforçar a narrativa da junta.
Analistas dizem que alegações repetidas, especialmente com um orçamento modesto, minam a credibilidade em meio à violência jihadista em curso e à fadiga pública.
Burkina Faso's junta claims it stopped an assassination plot on leader Ibrahim Traore, blaming exiled former leader Paul-Henri Sandaogo Damiba and Ivory Coast, but experts doubt the allegations due to a history of unverified claims and staged evidence.