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O ELN da Colômbia promete resistência unificada contra a potencial intervenção militar dos EUA, citando a saída de Maduro como uma ameaça colonial.
O líder do grupo guerrilheiro colombiano ELN, Antonio García, disse que sua organização se uniria a uma frente unificada contra qualquer intervenção militar dos EUA, citando a deposição do presidente venezuelano Nicolás Maduro como uma ameaça colonialista.
O ELN, envolvido no tráfico de drogas e no controle de partes da fronteira Colômbia-Venezuela, supostamente manteve laços com Caracas e usou o território venezuelano como refúgio.
Outros líderes rebeldes, incluindo de facções dissidentes das FARC, pediram uma coalizão regional para resistir às ações dos EUA.
As tensões aumentaram entre a Colômbia e os EUA sob o presidente Donald Trump, que criticou as políticas de drogas da Colômbia e ameaçou sanções contra o presidente Gustavo Petro.
Apesar disso, um telefonema recente abriu o caminho para uma visita à Casa Branca em fevereiro.
Ataques militares dos EUA no Caribe e no Pacífico mataram mais de 100 pessoas desde setembro, visando navios suspeitos de tráfico de drogas, enquanto a fronteira porosa de 2.200 quilômetros continua sendo um ponto de encontro para conflitos armados e atividades ilícitas.
Colombia's ELN vows unified resistance against potential U.S. military intervention, citing Maduro's ouster as a colonial threat.