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O ativista iraniano-americano Ahmad Batebi disse à ONU que foi torturado para confessar falsamente a espionagem, pedindo apoio global aos manifestantes do Irã.
O jornalista iraniano-americano Ahmad Batebi disse ao Conselho de Segurança da ONU que foi torturado e forçado a confessar falsamente ter espionado os EUA e Israel durante uma sentença de prisão de 2000 depois de protestar contra o governo do Irã.
Ele descreveu confinamento solitário, execuções simuladas e feridas de sal, e disse que o regime ainda coage os manifestantes a fazerem confissões falsas semelhantes na TV estatal.
Batebi, que escapou após mais de uma década de prisão e agora vive nos EUA, pediu à comunidade internacional que forneça apoio tangível aos manifestantes iranianos, alertando que a inação pode levar a mais violência.
O Irã continua a rotular a atual onda de protestos – impulsionados por dificuldades econômicas – como apoiada pelo exterior, uma reivindicação negada por ativistas e grupos de direitos humanos.
Iranian-American activist Ahmad Batebi told the UN he was tortured into falsely confessing to spying, urging global support for Iran’s protesters.