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Aliados dos EUA pedem que Trump adie os ataques contra o Irã em meio a protestos que mataram pelo menos 2.637 pessoas, à medida que as tensões aumentam e as sanções se expandem.
Vários aliados do Oriente Médio dos EUA, incluindo Egito, Arábia Saudita, Omã e Catar, pediram ao presidente Trump que adie possíveis ataques militares contra o Irã em meio à violenta repressão contra manifestantes, alertando que a intervenção dos EUA pode desestabilizar a região e interromper a economia global.
Os preços do petróleo caíram à medida que o tom de Trump mudou, com a Casa Branca citando relatos de que o Irã suspendeu 800 execuções e suspendeu uma sentença de morte para um lojista iraniano, embora a mídia estatal iraniana tenha negado as alegações.
Apesar desses sinais, a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que “todas as opções permanecem na mesa”, e o enviado dos EUA, Mike Waltz, confirmou que a ação militar ainda é possível.
Os protestos, que começaram como um desafio à teocracia do Irã, levaram a pelo menos 2.637 mortes, com as autoridades suprimindo a dissidência através de apagões na internet e violência.
Os EUA também impuseram novas sanções contra o Supremo Conselho de Segurança Nacional do Irã e uma rede bancária paralela ligada à venda ilícita de petróleo.
U.S. allies urge Trump to delay strikes on Iran amid protests that have killed at least 2,637, as tensions rise and sanctions expand.