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Uma bactéria em feridas do pé diabético bloqueia a cicatrização danificando as células da pele; quebrar seu subproduto restaura a recuperação.
Cientistas em Cingapura e na Suíça descobriram que uma bactéria comum em úlceras de pé diabético, Enterococcus faecalis, prejudica a cicatrização de feridas produzindo peróxido de hidrogênio através de um processo metabólico que danifica as células da pele.
Isso impede que as células migrem para fechar feridas.
A adição da enzima catalase, que quebra o peróxido de hidrogênio, reverteu o dano e restaurou a cicatrização.
A abordagem, que evita antibióticos e visa subprodutos nocivos em vez de matar bactérias, pode levar a novos curativos de feridas para acelerar a recuperação, reduzir infecções e prevenir amputações.
As descobertas foram publicadas na Science Advances em 17 de janeiro de 2026.
A bacterium in diabetic foot wounds blocks healing by damaging skin cells; breaking down its byproduct restores recovery.