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Um estudo chileno alerta que o retorno dos migrantes venezuelanos poderia reduzir sua força de trabalho em 3%, arriscando a escassez nos principais setores de serviços.
Um estudo chileno adverte que a força de trabalho do país poderia encolher 3% se muitos migrantes venezuelanos voltassem para casa após a captura do ex-presidente Nicolás Maduro.
No final de 2025, cerca de 510.740 venezuelanos viviam no Chile, representando cerca de 5% da força de trabalho, com mais de 84% empregados.
Uma pesquisa descobriu que 58,5% podem retornar se as condições melhorarem na Venezuela, embora especialistas esperem que o êxodo seja gradual devido à instabilidade contínua.
A escassez de mão-de-obra poderia surgir em setores de serviços como entrega e hospitalidade, potencialmente elevando os salários e incentivando o emprego mais formal.
O estudo destaca a necessidade de aumentar a participação entre trabalhadores mais velhos e mulheres.
Mais de 7,8 milhões de venezuelanos fugiram desde 2020, com grande reassentamento na América Latina e no Caribe.
A Chilean study warns a return of Venezuelan migrants could shrink its labor force by 3%, risking shortages in key service sectors.