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O Paquistão expandiu seu sistema de vigilância construído na China, permitindo monitoramento em massa, sem mandado e censura na internet desde 2024.
O Paquistão expandiu seu sistema de vigilância e censura da Internet controlado pelo Estado, implantando um firewall nacional construído com apoio chinês e exigindo o Sistema de Gerenciamento de Interceptação Legal (LIMS) para operadoras de telecomunicações desde o início de 2024.
Esta infraestrutura permite que as agências de inteligência realizem um monitoramento em massa e sem mandado das comunicações dos cidadãos, incluindo registros de chamadas, mensagens e histórico de navegação, usando ferramentas como a inspeção de pacotes profundos.
O firewall nacional permite o bloqueio seletivo de sites e recursos de aplicativos, contribuindo para problemas de conectividade generalizados.
Evidências do Caso de Vazamento de Áudio do Tribunal Superior de Islamabad e descobertas anteriores revelam capacidades de intrusão de dispositivos de longa data, incluindo servidores FinFisher vinculados à PTCL estatal.
A Freedom House classifica o Paquistão em 27o lugar entre 100 em liberdade na internet, rotulando-o de “Não é gratuito”, citando a crescente repressão digital e o controle centralizado.
Pakistan expanded its China-built surveillance system, enabling mass, warrantless monitoring and internet censorship since 2024.