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A Suprema Corte decidirá se a aprovação federal do Roundup bloqueia processos contra a Bayer contra o câncer.
A Suprema Corte dos EUA ouvirá o apelo da Bayer em um grande caso sobre o herbicida Roundup, desafiando se a aprovação do glifosato pela Agência de Proteção Ambiental – sem aviso de câncer – prenuncia ações judiciais estaduais alegando que o produto causa câncer.
O caso centra-se em um homem do Missouri que ganhou um veredicto de US $ 1,25 milhão depois de desenvolver linfoma não-Hodgkin do uso de longo prazo do Roundup.
Enquanto a EPA mantém que o glifosato não é provavelmente carcinogênico quando usado como indicado, alguns estudos sugerem um link, e a Agência Internacional de Pesquisa sobre Câncer classifica-o como “provavelmente carcinogênico”. A Bayer, que adquiriu a Monsanto em 2018, argumenta que a preferência federal deve bloquear as reivindicações do estado, citando decisões conflitantes dos tribunais inferiores e buscando limitar a responsabilidade.
A empresa reservou US$ 16 bilhões para resolver reclamações, parou de vender o Roundup baseado em glifosato para uso residencial e pressionou por leis estaduais que proíbem ações judiciais, com a Geórgia e a Dakota do Norte cumprindo.
A administração Trump apoia a Bayer, revertendo a posição da administração Biden.
A decisão da Corte pode afetar cerca de 181 mil reivindicações e determinar se a Bayer continua vendendo glifosato na agricultura dos EUA.
A data do argumento está pendente.
The Supreme Court will decide if federal approval of Roundup blocks state cancer lawsuits against Bayer.