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Os EUA retiraram-se formalmente do Tratado do Clima da ONU de 1992, enfraquecendo sua influência global e aumentando o papel da China na política de energia limpa.
Os EUA se retiraram formalmente da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 1992, tornando-se a primeira nação a fazê-lo, sob um memorando presidencial de 7 de janeiro.
A medida, efetiva um ano após a notificação, segue as saídas anteriores do Acordo de Paris e de vários organismos internacionais de clima.
Embora o tratado não tenha metas de emissões vinculativas, especialistas alertam que a retirada enfraquece a influência global dos EUA, pode prejudicar a futura cooperação climática e pode impulsionar o papel da China na definição da política de energia limpa.
Apesar do aumento dos desastres climáticos e da recuperação das emissões de gases de efeito estufa nos EUA em 2025, a adoção global de energia renovável continua, impulsionada por declínios de custos e piora dos impactos climáticos.
Analistas debatem o impacto real do tratado, observando que as reduções de emissões nas principais economias teriam um efeito mínimo sobre as temperaturas globais, e enfatizam que a abundância de energia – e não promessas diplomáticas – impulsiona o desenvolvimento e a resiliência.
The U.S. formally withdrew from the 1992 UN Climate Treaty, weakening its global influence and boosting China’s role in clean energy policy.