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O novo imposto sobre o preservativo da China, lançado em janeiro de 2026, é improvável que reverta a queda nas taxas de natalidade devido ao acesso generalizado à contracepção e às pressões econômicas.
O imposto sobre preservativos recém-implementado da China, introduzido em janeiro de 2026, provavelmente não reverterá o declínio contínuo das taxas de fertilidade do país, de acordo com analistas.
O imposto, parte de esforços mais amplos para lidar com baixas taxas de natalidade, enfrenta desafios devido ao acesso generalizado à contracepção alternativa, mudança de atitudes sociais e pressões econômicas profundamente enraizadas sobre os jovens adultos.
Especialistas dizem que a medida sozinha não tem o impacto necessário para influenciar significativamente o comportamento reprodutivo.
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China's new condom tax, launched in Jan 2026, is unlikely to reverse declining birth rates due to widespread contraception access and economic pressures.